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F-1: pilotos da Shell Racing visitam paddock da categoria em Interlagos
Reportagem: RF1
Foto: Divulgação
Gianluca Petecof, Átila Abreu e Thiago Vivacqua conversam com Sebastian Vettel, piloto da Scuderia Ferrari, e conhecem o laboratório móvel da Shell no autódromo.

Os pilotos da Academia Shell Racing estão vivendo um final de semana especial em Interlagos nos bastidores do GP do Brasil de Fórmula 1. Gianluca Petecof, piloto de kart, Thiago Vivacqua, da F-3 Brasil, e Átila Abreu, representante da Shell Racing na Stock Car, tiveram um encontro com Sebastian Vettel, piloto da Scuderia Ferrari, no paddock em Interlagos onde conversaram sobre vários assuntos ligados ao automobilismo.

"Eu conheci o Vettel recentemente, é a segunda vez que o encontro aqui no Brasil, e ele é um piloto fantástico. Mesmo sendo um tetracampeão mundial de F-1, ele fez questão de me passar algumas dicas para eu levar no futuro da minha carreira", conta Gianluca, que é o atual vice-campeão brasileiro de kart na categoria Junior.

O piloto sorocabano Átila Abreu inclusive foi companheiro de equipe de Sebastian Vettel na F-3, quando ambos competiam na Europa em 2005. "Foi divertido o reencontro com o Vettel após 11 anos. Ele é um grande piloto e depois de tanto tempo nós dois estamos defendendo as cores da Shell em nossas categorias", afirma Átila.

Além de terem encontrado o piloto alemão, o time da Academia Shell Racing, , uma iniciativa inédita no Brasil patrocinada pela Raízen para garantir apoio aos jovens talentos do automobilismo e auxiliar seus passos futuros no esporte a motor, ainda pôde conhecer o trabalho do Shell Track Lab, um laboratório móvel da Scuderia Ferrari que está em Interlagos para garantir a eficiência e a qualidade da gasolina Shell presente no tanque de combustível dos carros de Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen.

"Foi uma experiência bem interessante ver como é todo o processo dos cientistas para terem a melhor qualidade do combustível dentro do rígido regulamento da F-1. Essa parceria de inovação que a Shell tem com a Ferrari dura mais de 60 anos e com certeza traz benefícios não apenas para os pilotos, mas também para o consumidor dos postos de combustíveis", diz Átila, que venceu a última corrida da Stock Car em Goiânia na última semana.

Thiago Vivacqua, assim como os outros pilotos da Academia Shell Racing, ainda teve a chance de segurar o troféu do ídolo Ayrton Senna, vencedor do GP do Brasil de 1991.

"Foi uma grande honra para mim ver esse troféu de perto. Ele simboliza muito para o automobilismo brasileiro e quero agradecer essa parceria da Shell com a Scuderia Ferrari por poder proporcionar esses momentos inesquecíveis para mim aqui em Interlagos", diz Vivacqua.

O GP do Brasil acontecerá neste domingo às 14h, com transmissão ao vivo da TV Globo.

Sobre a parceria técnica da Shell com a Ferrari:

A parceria técnica da Shell com a Ferrari começou na década de 1930 e é considerada uma das mais avançadas e de maior sucesso na história do esporte a motor, conquistando na F-1 12 títulos mundiais de pilotos e 10 títulos mundiais de construtores.

Aproximadamente 50 pessoas trabalham em laboratórios da Shell exclusivamente para a parceria com a Scuderia Ferrari. Os mesmos investem mais de 21.000 horas por ano em pesquisa e desenvolvimento para a equipe italiana.

Sobre a Raízen:

A Raízen se destaca como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no Brasil, atuando em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis. A companhia conta com cerca de 30 mil funcionários, que trabalham todos os dias para gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país, como a produção de bioeletricidade e etanol de segunda geração a partir dos coprodutos da cana-de-açúcar. Com 24 unidades produtoras, a Raízen produz cerca de 2 bilhões de litros de etanol por ano, 4,5 milhões de toneladas de açúcar e tem capacidade para gerar cerca de 940 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A empresa também está presente em 64 aeroportos, possui 63 terminais de distribuição e comercializa aproximadamente 25 bilhões de litros de combustíveis para os segmentos de transporte, indústria e varejo. Conta com uma rede formada por mais de 5.800 postos de serviço com a marca Shell, responsáveis pela comercialização de combustíveis e mais de 950 lojas de conveniência Shell Select. Além disso, a companhia mantém a Fundação Raízen, que busca estar próxima da comunidade, oferecendo qualificação profissional, educação e cidadania. Criada há mais de 14 anos, possui seis núcleos no interior do estado de São Paulo e um em Goiás e já beneficiou mais de 13 mil alunos e mais de 4 milhões de pessoas com ações realizadas desde 2012.

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