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Mundial de F2 liberou treino extra para testes da nova embreagem
Reportagem: Flávio Quick
Foto: James Gasperotti
Quick Comunicação
Brasileiro Sérgio Sette comenta suas impressões do novo sistema.

Após três finais de semana de competições na sequência quando passou por França, Áustria e Inglaterra o Campeonato Mundial de F2 deu uma pausa de duas semanas de competições. Nesse período, porém, as equipes seguiram trabalhando duro em busca de melhorias nos carros.

Em uma temporada em que houve a implantação do novo chassis, novo conjunto de motor e novo sistema eletrônico alguns ajustes se fizeram necessários, no decorrer do ano. Principalmente o sistema de embreagem dos carros foi bastante criticado por alguns pilotos o que gerou, inclusive, a decisão da FIA em autorizar as largadas das duas últimas corridas com os carros em movimento, a exemplo do que acontece em provas da F-Indy ou Stock Car.

Neste período os técnicos da categoria, bem como, os engenheiros de todas as equipes trabalharam bastante no desenvolvimento do sistema visando o retorno das largadas tradicionais já na próxima etapa, na Hungria, entre os dias 26 e 29 deste mês.

Em vistas de acalmar os competidores e levar os testes, efetivamente, para a pista a FIA autorizou, de forma extraordinária, que todos os carros fizessem um treino de no máximo 100 km. De forma a impedir qualquer outra forma de desenvolvimento das equipes cada veículo foi limitado eletronicamente para utilizar apenas as três primeiras marchas.

Com sede na Inglaterra a equipe Carlin, que lidera o Campeonato ao lado da ART Grand Prix, optou por levar seus carros para o Autódromo de Rockingham, no norte do país. Por lá Sérgio Sette Câmara e Lando Noris cumpriram a quilometragem máxima autorizada para o dia e, de forma unânime, acreditam que os equipamentos estão novamente prontos para o restante da temporada.

“Estivemos ontem em Rockingham onde pudemos testar as evoluções no sistema de embreagem de nosso carro. Posso dizer que realmente ficou com o acionamento mais fácil. No meu caso específico não acho que foi muito bom uma vez que eu tinha conseguido me adaptar bem e estava fazendo excelentes largadas. Mas, enfim, temos de pensar na coletividade e no melhor para a categoria. Assim, acredito realmente que os problemas terminaram e poderemos ter um restante de Campeonato mais tranquilo e com os resultados sendo definidos pela performance de cada piloto”, comentou o piloto da YOUSE | Banco BMG | MRV | CCR | CEMIG | GASMIG | Usiminas.

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