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Kart: na Bélgica Gaetano di Mauro é o quarto melhor piloto de shifter do planeta
Reportagem: Luis Ferrari
Foto: Divulgação
Brasileiro briga pelo pódio até o finalzinho e mantém sequência de bons resultados da Academia Shell Racing em Campeonatos Mundiais.

Gaetano di Mauro é o quarto melhor piloto do mundo nos karts com marchas. O brasileiro completou sua participação no Campeonato Mundial de Kart de Genk (Bélgica) na quarta colocação na bateria final na categoria KZ2, na manhã deste domingo. O piloto da Academia Shell Racing se colocou entre os 34 classificados para a final após ficar em sexto nas eliminatórias disputadas por 105 competidores.

Para a bateria decisiva, Di Mauro utilizou a estratégia de guardar um jogo de pneus totalmente novos, e isso rendeu dividendos no começo da prova. Ainda na primeira volta, o brasileiro passou o holandês Max Tubben para ficar em quarto. Em seguida, Gaetano superou o sueco Emil Skaras e pulou para terceiro.

Da terceira volta em diante, o brasileiro da Academia Shell Racing travou um acirrado duelo com o francês Adrien Renaudin, atual campeão europeu. Por quase 20 voltas, Gaetano tentou a ultrapassagem, até finalmente conseguir na 22a e penúltima passagem. No entanto, a disputa foi tão dura, que ambos foram superados pelo espanhol David Vidales.

Apesar de ter perdido velocidade na disputa, Gaetano ainda conseguiu neutralizar as investidas de outros concorrentes e segurar a posição até a bandeirada final. O brasileiro terminou o Mundial de Kart como o melhor representante da equipe CRG e também o mais bem colocado entre os pilotos do continente americano.

O quarto lugar de Gaetano di Mauro na Bélgica é mais um expressivo resultado alcançado por pilotos da Academia Shell Racing em Mundiais. Nos últimos dois anos, Gianluca Petecof terminou os campeonatos realizados no Bahrein e na Inglaterra em quinto e sexto lugares, respectivamente.

Mal acabou o Mundial de Kart, Gaetano di Mauro já volta para o Brasil, onde corre no próximo fim de semana, com a disputa da penúltima etapa da categoria Sprint da Porsche GT3 Cup Challenge 3.8, no Velo Città, em Mogi-Guaçu (SP). Di Mauro é o vice-líder na classificação geral.

O que disse Gaetano di Mauro:

"Estou muito feliz com o resultado e o desempenho ao longo do fim de semana todo. Correndo contra especialistas que se dedicam o ano todo ao kartismo, e consegui fazer um bom papel. O quarto lugar entre 105 pilotos é sensacional. Não pude treinar antes, e cheguei direto para o Mundial. Não conhecia direito os pneus e tive de me adaptar ao longo do campeonato. Agradeço à Shell por proporcionar essa oportunidade, o que me deixa mais motivado para o restante do ano no Brasil. Na final, eu percebi que não tinha muita arrancada para conseguir um ataque definitivo sobre o Renaudin, e a tática foi forçar nas curvas em que eu sabia que era mais rápido, para ele destruir os pneus. Isso realmente aconteceu, até que faltando duas voltas tentei a ultrapassagem. Ele ficou por fora e acabamos indo para a grama. Nisso, o espanhol nos ultrapassou. O pódio esteve perto, mas não tenho do que reclamar, considerando tudo o que aconteceu, foi um fim de semana memorável"

Resultado final da categoria KZ2:

1º M.Vignano (ITA) - 23 voltas
2º D.Bray (AUS) - a 1s454
3º D.Vidales (ESP) - a 4s573
4º G.di Mauro (BRA) - a 6s014
5º R.Longhi (ITA) - a 6s118

Sobre a Raízen:

A Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil, se destaca como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no Brasil, atuando em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis. A companhia conta com cerca de 30 mil funcionários, que trabalham todos os dias para gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país, como a produção de bioeletricidade e etanol de segunda geração a partir dos coprodutos da cana-de-açúcar. Com 26 unidades produtoras, a Raízen produz cerca de 2,0 bilhões de litros de etanol por ano, 4,2 milhões de toneladas de açúcar e tem capacidade para gerar cerca de 940 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A empresa também está presente em 66 bases de abastecimento em aeroportos, 67 terminais de distribuição de combustível e comercializa aproximadamente 25 bilhões de litros de combustíveis para os segmentos de transporte, indústria e varejo. Conta com uma rede formada por mais de 6.000 postos de serviço com a marca Shell, responsáveis pela comercialização de combustíveis e mais de 950 lojas de conveniência Shell Select. Além disso, a companhia mantém a Fundação Raízen, que busca estar próxima da comunidade, oferecendo qualificação profissional, educação e cidadania. Criada há mais de 14 anos, a Fundação Raízen possui seis núcleos no interior do estado de São Paulo e um em Goiás e já beneficiou mais de 13 mil alunos e mais de 4 milhões de pessoas com ações realizadas desde 2012.

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