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Maringaenses da escola monopostos no Cascavel de Ouro com GM Corsa
Reportagem: Grelak Comunicação
Foto: Sandra Zama
Higor Hoffmann já atuou na Fórmula 3 sul-americana. Rodrigo Elger, seu parceiro na equipe Ribecar, é campeão brasileiro da Fórmula Júnior.

Tendo seu grid composto por carros de produção em série da categoria Marcas & Pilotos, que integra todos os campeonato regionais de automobilismo do Brasil, a 30ª Cascavel de Ouro terá no grid uma dupla de pilotos formados fora das categorias de turismo. Trata-se de Rodrigo Elger e Higor Hoffmann, da cidade de Maringá, que vão disputar a corrida de 23 de outubro no Autódromo Zilmar Beux, em Cascavel, pilotando o GM Corsa da equipe Ribecar.

Os dois pilotos têm orientação em categorias de monopostos. Hoffmann atuou na Fórmula 3 em 2012, quando disputou o Campeonato Sul-Americano pela equipe Cesário F3. Campeão paranaense de kart, ele soma participações na Sprint Race Brasil, tendo conquistado vitória na etapa noturna de 2014 em Londrina. Elger, que figurou por vários anos na Copa São Paulo Light de Kart, foi campeão brasileiro da Fórmula Júnior em 2014.

“Nós dois sempre corremos de fórmula, que são carros que exigem bem mais de aceleração e frenagem. Nesses carros, quanto mais cedo acelerar e quanto mais tarde frear, melhor”, expõe Elger. “Mas não demoramos para nos acostumar ao carro de Marcas, que é mais ‘manhoso’, que exige um pouquinho mais de calma para ser rápido. Como treinamos bastante, isso não é problema. Estar na Cascavel de Ouro mais uma vez é ótimo”, diz.

A dupla aposta em maior combatividade em sua segunda participação na corrida longa mais tradicional do automobilismo paranaense. “Em 2015 nós largamos em último lugar em um grid com 38 carros e terminamos em 11º, com punição em uma das paradas nos boxes”, recorda Hoffmann. “Nós tínhamos, naquela época, um carro muito inferior ao de hoje”, reconhece, apontando a evolução da equipe Ribecar, chefiada pelo preparador Leandro Ribeiro.

Elger e Hoffmann disputaram parte do Metropolitano de Marcas & Pilotos de Cascavel de 2016. “Chegamos ao pódio em uma corrida e abrimos mão de fazer o campeonato completo para focar na Cascavel de Ouro e preparar todo o time para trabalhar em sincronia. A corrida é longa e tudo precisa funcionar perfeitamente. É um evento que tem bastante visibilidade, sem falar na ótima premiação. Neste ano temos chances de vencer”, diz Hoffmann.

Premiação

A premiação em dinheiro prevê R$ 20 mil para a equipe vencedora da Cascavel de Ouro, R$ 7 mil para a vice-campeã e R$ 3 mil para a terceira. Haverá bônus de R$ 1 mil para a pole position, a volta mais rápida da corrida e o maior número de posições conquistadas nas quatro horas de corrida, que terão transmissão ao vivo pela CATVE, afiliada paranaense da TV Cultura. O portal da emissora na internet reproduzirá a transmissão em tempo real.

Haverá prêmios adicionais. Um piloto da dupla ou do trio que vencer a Cascavel de Ouro terá participação na primeira prova de 2017 do Fara USA, no mês de fevereiro em Homestead, com uma Ginetta G40, com custos de viagem incluídos na premiação. A equipe vencedora também terá isenção de todos os custos técnicos para participação de um de seus pilotos na primeira etapa da série brasileira Sprint Race Brasil na temporada de 2017.

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