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Fórmula E conta com 2 pilotos brasileiros / Lucas di Grassi e Piquet Jr
Reportagem: Rafael Bueno / Cecília Ferrarezzi
RMA Comunicação

O campeonato representa uma visão para o futuro da indústria automobilística, funcionando como uma plataforma para apresentar as mais recentes inovações nas áreas de tecnologia de veículos elétricos e soluções alternativas de energia. Para isso, a organização utiliza um estudo de vanguarda e com dados científicos sobre sustentabilidade: o Life Cycle Assessment (LCA). A partir dele, cinco marcadores são acompanhados – Alterações Climáticas, Água, Ecossistemas, Recursos Naturais e Saúde Humana.

Em sua terceira temporada, nas duas primeiras o LCA apresentou resultados interessantes. Na primeira temporada (2014/2015), foram 25 mil toneladas de CO2 – o equivalente a 110 voos de Londres para Chicago, com 320 passageiros a bordo, ou 3,4 mil viagens de carro em torno da Terra. Já na temporada 2015 / 2016, foram 20 mil toneladas de CO2, provando que o LCA é uma ferramenta bem-sucedida para medir os impactos e implementar medidas que reduzam continuamente o impacto sempre que possível.

Além da sustentabilidade, a Fórmula E conta com ações interativas junto ao público, como o “FanBoost”. Os fãs podem dar ao seu piloto favorito uma velocidade extra votando para eles tanto antes como durante os seis minutos iniciais de cada corrida. A votação abre 12 dias antes da prova e os três pilotos vencedores recebem 100kJ adicionais de energia em seu segundo carro para ser usada apenas em uma janela de força de 180kW e 200kW. Ao garantir o FanBoost, o piloto só utilizá-lo uma vez, não sendo possível o uso em diferentes tiros curtos.

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