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Conheça três tipos de manutenção para transportadoras
Reportagem: Lauro Freire
NB Press Comunicação

A manutenção dos veículos é uma das principais preocupações dos gestores de frotas, que precisam tomar várias decisões para garantir o desempenho e controlar custos. O investimento em revisões pode contribuir diretamente para a sustentabilidade da frota, e ao conhecer os diferentes tipos de manutenções:

  • Preventiva:
    Se quer evitar dores de cabeça e zelar pelo bom desempenho da sua frota, considero a manutenção preventiva uma boa medida. Por ser feita de forma planejada, os custos podem ser estimados, o que permite uma flexibilidade na compra de reparos e até na escolha da data de parada do veículo, para que não tenha impactos negativos na operação. Dentre os ajustes a serem realizados, indica-se a revisão da mecânica e elétrica, trocas ou verificação do nível de óleo e outros equipamentos. São vários benefícios para a adoção dessa manutenção, dentre eles a redução de acidentes, maior segurança para o condutor e o crescimento do tempo de vida útil do caminhão.

  • Corretiva:
    Como gestor já me deparei com pedidos urgentes de reparo por decorrência de falhas ou acidentes. Quando isso acontece, o custo para empresa fica muito alto, pois não há tempo para cotar peças com vários fornecedores, nem negociar preço, pois a prioridade é consertar o veículo para evitar o impacto na operação. Dessa forma, a manutenção corretiva é adequada para problemas de bateria, falhas no freio, alta temperatura nos motores, consumo excessivo de combustível, entre outros.

  • Preditiva:
    É a mais adequada, sob o meu ponto de vista, quando há uma gestão de acompanhamento das condições mecânicas e elétricas dos veículos. Tem como objetivo detectar com antecedência os possíveis problemas, antes que fiquem sérios. Alguns equipamentos podem auxiliar no diagnóstico exato, como câmeras termográficas, rastreadores e testes de vibração. Com esse tipo de reparo é possível verificar componentes que se desgastam antes da expiração dos prazos estipulados pelo fabricante. Isso porque depende da regularidade do uso e do peso transportado pelo veículo, por exemplo.

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