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Stock Car: Ricardo Zonta leva Shell V-Power ao 6º lugar na Corrida do Milhão
Reportagem: Luis Ferrari
Foto: Fabio Davini
Paranaense ganha oito posições durante a prova em Goiânia; problema no início e drive through tiram chances de vitória de Átila Abreu.

A Shell V-Power completou a Corrida do Milhão com Ricardo Zonta na sexta posição após uma boa corrida de recuperação largando de 14º, enquanto Átila Abreu, que ficou parado na saída para a volta de apresentação e depois levou um drive through, se atrasou e acabou em 21º.

O começo de corrida de Átila foi bastante tumultuado, depois que o carro #51 entrou em modo de segurança na saída para a volta de apresentação. O sorocabano ainda fez o carro funcionar e conseguiu voltar à posição de origem no grid, em décimo.

Na largada, Átila se posicionou pelo lado de fora no fim do retão e ganhou duas posições, pulando para oitavo, enquanto Zonta caiu de 14º para 16º. Logo nas primeiras voltas, o sorocabano subiu para sétimo, enquanto o paranaense ganhou um posto.

Na 13ª volta, os pilotos começaram a entrar nos boxes para o primeiro pit stop. Átila e Zonta estenderam suas janelas em uma e duas voltas, respectivamente, antes da parada. Quando todos pararam, Ricardo ficou em 14º lugar, e ainda por cima com danos na dianteira do carro.

Já Átila logo depois do pit stop teve de pagar um drive through por ter se reposicionado no grid depois do problema na volta de apresentação. Com isso, o sorocabano acabou perdendo uma volta, saindo da briga e terminando apenas em 21º na bandeirada.

Por outro lado, Zonta começou a ganhar terreno, depois que um forte acidente com vários carros levou a direção de prova a acionar de novo o safety car. Na relargada, Zonta subiu mais posições na pista e, com um timing perfeito do pit stop para reabastecimento, evoluiu até o sexto lugar na chegada.

Com os resultados da Corrida do Milhão, os dois pilotos da Shell V-Power estão entre os dez primeiros no campeonato, com Zonta em oitavo e Átila em décimo. A próxima etapa da temporada 2018 da Stock Car será disputada daqui a duas semanas, em Campo Grande.

O que eles disseram:

"Tive um carro muito bom na corrida, pena ter quebrado o capô, com isso estava tampando a entrada de ar para a injeção e eu perdi amuito de reta, não sentia diferença nenhuma acionando o botão de ultrapassagem porque não entrava ar para a injeção. Perdemos nesse ponto, mas a pena maior foi a posição de classificação, se tivéssemos o carro que eu tive na corrida teríamos brigado entre os seis primeiros, aí seria outra estratégia de corrida. Mas não posso reclamar, fui atrapalhado algumas vezes na corrida, escapei de alguns acidentes, o que foi importante. O sexto lugar na Corrida do Milhão é bastante importante"

Ricardo Zonta, piloto do carro #10

"Perdemos a corrida para nós mesmos. Uma pena, porque eu brigaria pela vitória. Paguei um drive through, voltei um pouco atrás de onde eu estava, mas mesmo assim eu tinha um bom ritmo no fim. A estratégia estava boa, o carro estava bom. Vencer eu não sei se venceria, mas certamente chegaria no pódio. Uma pena perder para você mesmo. Quando eu saí, vim acelerando para recuperar a posição porque o (Antonio) Pizzonia também não alinhou, e diz a regra que, se você não é ultrapassado pelo último colocado, pode retomar a posição, e no meu entendimento ele era o último. Daí larguei certinho, ganhei posições mas aí avisaram que se o outro carro ficou parado, não conta"

Átila Abreu, piloto do carro #51

"Foi uma pena, almejávamos o pódio com dois carros. O Zonta tomou um toque, soube evitar a batida, mas aquilo estragou todo o capô dianteiro. Isso dificultou muito o pit stop porque o pneu não encaixava porque o capô estava todo amassado, e o Zonta perdeu uns três segundos, dava para ter ganho uma ou no máximo duas posições. Dadas as circunstâncias, porque ele foi muito hábil para sair do acidente, o Zonta marcou bons pontos, foi positivo. Já o Átila foi uma pena muito grande porque ele tinha uma performance para vir para o pódio. Havia uma dúvida porque outro carro ficou parado atrás dele, e o regulamento fala que se o carro fica por último e não consegue dar a partida, não pode retomar a posição no grid, mas ele não era o último. Então ele voltou para a posição no grid, largou, estava bem em sexto, indo para cima dos primeiros, fatalmente brigaria pelo pódio, mas tomou um drive through"

Thiago Meneghel, chefe da Shell V-Power

Resultado da prova:

1º R.Barrichello - 41m24s444
2º M.Wilson - a 0s684
3º A.F.da Costa - a 1s250
4º F.Fraga - a 4s791
5º M.Gomes - a 7s333
6º R.Zonta - a 9s654
7º A.Khodair - a 10s703
8º D.Serra - a 15s700
9º G.Lima - a 17s707
10º B.Figueiredo - a 17s911

Classificação do campeonato*:

1º D.Serra - 163 pontos
2º M.Gomes - 127
3º M.Wilson - 120
4º R.Barrichello - 115
5º F.Fraga - 113
6º J.Campos - 89
7º C.Bueno - 80
8º R.Zonta - 68
9º L.di Grassi - 68
10º Á.Abreu - 65

(*) Pontuação conforme resultado de pista, sujeito à verificação dos comissários

Sobre a Raízen:

A Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil, se destaca como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no Brasil, atuando em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis. A companhia conta com cerca de 30 mil funcionários, que trabalham todos os dias para gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país, como a produção de bioeletricidade e etanol de segunda geração a partir dos coprodutos da cana-de-açúcar. Com 26 unidades produtoras, a Raízen produz cerca de 2,0 bilhões de litros de etanol por ano, 4,2 milhões de toneladas de açúcar e tem capacidade para gerar cerca de 940 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A empresa também está presente em 66 bases de abastecimento em aeroportos, 67 terminais de distribuição de combustível e comercializa aproximadamente 25 bilhões de litros de combustíveis para os segmentos de transporte, indústria e varejo. Conta com uma rede formada por mais de 6.000 postos de serviço com a marca Shell, responsáveis pela comercialização de combustíveis e mais de 950 lojas de conveniência Shell Select. Além disso, a companhia mantém a Fundação Raízen, que busca estar próxima da comunidade, oferecendo qualificação profissional, educação e cidadania. Criada há mais de 14 anos, a Fundação Raízen possui seis núcleos no interior do estado de São Paulo e um em Goiás e já beneficiou mais de 13 mil alunos e mais de 4 milhões de pessoas com ações realizadas desde 2012.

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