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Stock Car: Shell V-Power larga com seus 2 pilotos entre os 7 primeiros em Londrina
Reportagem: Luis Ferrari
Foto: José Mario Dias
Ricardo Zonta vai ao Q3 e fica com o sexto lugar no grid da corrida 1, enquanto Átila Abreu parte na sétima posição.

A equipe Shell V-Power colocou seus dois pilotos entre os sete melhores do treino classificatório para a corrida 1 da rodada de Londrina, com Ricardo Zonta e Átila Abreu ocupando a sexta e sétima colocações, respectivamente.

Na primeira etapa da classificação, Zonta e Átila entraram logo no primeiro grupo e terminaram respectivamente em segundo e oitavo. Depois que todos marcaram seus tempos, o paranaense permaneceu em segundo, enquanto Átila ficou em décimo.

No Q2, os dois pilotos da Shell V-Power estiveram na briga direta pela classificação ao Q3. Zonta voltou a avançar, a apenas 0s199 da primeira colocação, enquanto para Átila faltaram apenas 0s017 para a vaga na etapa decisiva do treino.

Na última parte da classificação, Zonta foi o segundo a entrar na pista e, mesmo já tendo os pneus mais desgastados, ficou a apenas 0s2 de largar entre os três primeiros.

As duas provas serão disputadas a partir das 12h e 13h05, respectivamente, com transmissão do SporTV 2. A segunda corrida terá o grid invertido entre os dez primeiros da prova inicial.

Ricardo Zonta concorre ao prêmio do Fan Push, um disparo adicional do botão de ultrapassagem, por intermédio de votação no site oficial (www.stockcar.com.br) até o começo da rodada dupla.

O que eles disseram:

“Em todos os treinos em que fomos para a pista estávamos no grupo entre os cinco primeiros, e na classificação tivemos de forçar mais e senti um pouco de desgaste nos pneus traseiros, e isso prejudicou a minha volta. É bom estar entre os seis, e com os dois carros entre os sete, é importante mostrarmos que temos um carro rápido para a primeira corrida, que é o que almejamos. É trabalhar a melhor estratégia possível para marcar o maior número de pontos nas duas corridas”

Ricardo Zonta, piloto do carro #10

“Foi um bom dia para nós. Ontem sofremos um pouquinho mais, mas no treino da tarde gostei do equilíbrio do carro com pneus gastos. Hoje pela manhã, passamos pneu novo e o tempo não veio. Daí mexemos, e melhorou um pouco. Pela manhã é mais frio e à tarde esquenta bastante, e nosso carro ficou um pouquinho traseiro, um pouco arisco, mas ainda assim melhorou, e isso mostra que não estamos gastando tanto pneu. O carro virou mais rápido no Q2 do que no Q1, dei mais voltas do que todo mundo. Então o tempo no Q2 não foi ruim porque tive de dar mais voltas. Não fomos ao Q3 por falha minha. Na segunda volta, tem uma curva que o asfalto está soltando e dei uma abusadinha, uma traseiradinha que me tirou do Q3. Mas faz parte, o carro está bom para a corrida, estou bem posicionado para as duas provas e vamos analisar a estratégia para sair daqui com bons resultados e, quem sabe, sair com uma vitória”

Átila Abreu, piloto do carro #51

“O objetivo desde o começo era melhorar a classificação, a bendita volta do pneu, e evoluímos. Pela manhã estávamos um pouquinho melhor, mas estão todos próximos e o Átila teve de dar duas voltas no Q1, e sabíamos que dificultava a tentativa de ir ao Q3. Mesmo assim ele vinha numa volta muito boa, mas passou um pouquinho do ponto. Isso é normal, melhor sobrar do que faltar. O Zonta passou e, com todo esse trabalho que estamos fazendo para sermos mais agressivos com o pneu, ele acabou sofrendo um pouco no Q3. Mas não estamos tristes, sabemos que o nosso forte é o ritmo de prova, e são posições que deixam aberta uma briga pelo pódio na primeira corrida, ou, se tivermos dificuldades na primeira, brigar na segunda”

Thiago Meneghel, chefe da equipe Shell V-Power

Grid de largada:

1º F.Fraga - 1m10s487
2º R.Barrichello - 1m10s620
3º M.Gomes - 1m10s698
4º D.Serra - 1m10s761
5º J.Campos - 1m10s848
6º R.Zonta - 1m10s889
7º Á.Abreu - 1m10s819
8º T.Camilo - 1m10s914
9º C.Bueno - 1m11s093
10º M.Wilson - 1m11s099

Sobre a Raízen:

A Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil, se destaca como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no Brasil, atuando em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis. A companhia conta com cerca de 30 mil funcionários, que trabalham todos os dias para gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país, como a produção de bioeletricidade e etanol de segunda geração a partir dos coprodutos da cana-de-açúcar. Com 26 unidades produtoras, a Raízen produz cerca de 2,0 bilhões de litros de etanol por ano, 4,2 milhões de toneladas de açúcar e tem capacidade para gerar cerca de 940 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A empresa também está presente em 66 bases de abastecimento em aeroportos, 67 terminais de distribuição de combustível e comercializa aproximadamente 25 bilhões de litros de combustíveis para os segmentos de transporte, indústria e varejo. Conta com uma rede formada por mais de 6.000 postos de serviço com a marca Shell, responsáveis pela comercialização de combustíveis e mais de 950 lojas de conveniência Shell Select. Além disso, a companhia mantém a Fundação Raízen, que busca estar próxima da comunidade, oferecendo qualificação profissional, educação e cidadania. Criada há mais de 14 anos, a Fundação Raízen possui seis núcleos no interior do estado de São Paulo e um em Goiás e já beneficiou mais de 13 mil alunos e mais de 4 milhões de pessoas com ações realizadas desde 2012.

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