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Stock Car: Shell coloca Átila em 10º e Gaetano em 11º no grid em Londrina
Reportagem: Luis Ferrari
Foto: José Mario Dias
Galid Osman fica com a 16ª posição, enquanto paranaense Ricardo Zonta sai em 19º.

Com o abrasivo piso da pista de Londrina apresentando temperatura de mais de 50 graus durante o quali, os carros da Shell tiveram um formidável desafio neste sábado no treino de formação do grid da Stock Car. Átila Abreu fechou a sessão com a décima posição, uma à frente do estreante Gateno di Mauro. Já Galid Osman e Ricardo Zonta não avançaram para o Q2 e vão largar respectivamente em 16º e 19º na primeira corrida.

Gaetano di Mauro, Galid Osman e Ricardo Zonta entraram na pista no grupo 1 no Q1 e ficaram em 9º, 10º e 12º, respectivamente. Depois Átila Abreu fez a sua tentativa e marcou o 8º tempo avançado para o Q2 com a companhia de Gaetano, 15º na somatória dos tempos. Galid ficou na 16ª posição, a apenas meio décimo da marca necessária para avançar, e Zonta, com problemas de tração no carro #10, foi 19º.

O Q2 começou com a pista mais quente ainda, o que aumentou muito o desgastes de pneus. Com estratégias diferentes, Átila e Gaetano foram para a pista em momentos distintos. O piloto do carro #51 entrou logo no início do treino e marcou o 10º tempo, sua melhor posição de largada no ano, enquanto o competidor do carro #11 entrou no fim e ficou em 11º.

A rodada dupla de Londrina tem seu começo previsto para às 12h. Às 13h08 será disputada a segunda corrida, com o grid invertido em relação aos dez melhores da prova 1. O SporTV2 transmite as duas corridas deste domingo ao vivo.

A Shell é a maior patrocinadora do esporte a motor no Brasil e tem em seus quatro carros na Stock Car e nos dois da Stock Light homenagem ao tricampeão Niki Lauda, falecido no final de maio. A marca também é detentora de invejável retrospecto nas rodadas duplas da Stock Car: desde a etapa de Santa Cruz do Sul em maio do ano passado, na pista, conquistou ao menos uma vitória em cada jornada da categoria com rodadas duplas. Átila Abreu é o último vencedor em Londrina, em 2018, e Ricardo Zonta triunfou pela equipe em 2017.

O que eles disseram:

Foi uma tomada no mínimo interessante. Tivemos alguns problemas ontem no acerto do carro, mas hoje melhorou um pouco. Minha primeira volta no Q1 foi meio conturbada, consegui esfriar na outra volta e fazer mais uma tentativa mais competitiva. Mas duas voltas, em um asfalto abrasivo como esse, já complica muito. No Q2, o carro começou a ficar mais traseiro com o desgaste de pneus e não consegui encaixar a volta. Acho que é uma boa posição de largada pensando nas duas corridas. Estou voltando agora, em um fim de semana com menos problemas. É uma questão de acerto, falta um pouco de ajuste. Vamos trabalhar para amanhã estar tudo bem.”

Átila Abreu, piloto da Shell V-Power no carro #51

“Não é o que nós esperávamos, mas é uma boa posição. Estamos perto de uma inversão de grid, no caso de pensar só na corrida 2. E é uma posição que podemos largar e ir para frente. Agora são pequenos detalhes para ajustar para a corrida e focar bastante. Tenho certeza que udo vai dar certo.”

Gaetano di Mauro, piloto da Shell Helix Ultra no carro #11

“Ficamos na lista de corte, foi uma pena. Eu tinha um carro muito bom com pneus usados, estava bem confiante. Infelizmente fui pego de surpresar com o pessoal do grupo 2, mas estou satisfeito. É uma posição que dá para fazer duas boas corridas, terminar entre os 10 na primeira e ir para cima na segunda.

Galid Osman, piloto da Shell Helix Ultra no carro #28

“Nós temos um carro que gasta menos pneus que outros carros. A estratégia agora e marcar a maior quantidade de pontos que der na primeira corrida e focar a segunda. Estamos largando muito atrás, temos que tentar entender o que aconteceu e tentar arrumar para amanhã.”

Ricardo Zonta, piloto da Shell V-Power no carro #10

Sobre a Raízen:

A Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil, se destaca como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no Brasil, atuando em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis. A companhia conta com cerca de 30 mil funcionários, que trabalham todos os dias para gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país, como a produção de bioeletricidade e etanol de segunda geração a partir dos coprodutos da cana-de-açúcar. Com 26 unidades produtoras, a Raízen produz cerca de 2,0 bilhões de litros de etanol por ano, 4,2 milhões de toneladas de açúcar e tem capacidade para gerar cerca de 940 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A empresa também está presente em 66 bases de abastecimento em aeroportos, 67 terminais de distribuição de combustível e comercializa aproximadamente 25 bilhões de litros de combustíveis para os segmentos de transporte, indústria e varejo. Conta com uma rede formada por mais de 6.000 postos de serviço com a marca Shell, responsáveis pela comercialização de combustíveis e mais de 950 lojas de conveniência Shell Select. Além disso, a companhia mantém a Fundação Raízen, que busca estar próxima da comunidade, oferecendo qualificação profissional, educação e cidadania. Criada há mais de 14 anos, a Fundação Raízen possui seis núcleos no interior do estado de São Paulo e um em Goiás e já beneficiou mais de 13 mil alunos e mais de 4 milhões de pessoas com ações realizadas desde 2012.

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