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Stock Car: Átila Abreu leva Shell V-Power à vitória em Cascavel
Reportagem: Luis Ferrari
Foto: José Mário Dias
Após terminar em oitavo lugar na primeira corrida, sorocabano brilha na segunda prova e vence pela 15ª vez na Stock Car.

A Shell conquistou a vitória na segunda corrida da rodada de Cascavel da Stock Car, neste domingo, com Átila Abreu. Depois de ficar em oitavo na corrida 1, o sorocabano largou em terceiro na segunda prova e, com velocidade e estratégia, partiu para a vitória.

É o 15º triunfo de Átila Abreu, que ainda foi um dos contemplados com o Fan Push, um disparo adicional do botão de ultrapassagem. Dos pilotos da Shell, Galid Osman e Gaetano di Mauro também estiveram entre os mais votados que levaram o prêmio.

Na primeira corrida, Gaetano di Mauro começou andando no top 10 e foi acompanhado por Átila Abreu, que galgou posições nas primeiras voltas. Os dois, mais Ricardo Zonta, retardaram ao máximo suas entradas nos boxes para o pit stop obrigatório.

No caso de Átila, a estratégia deu certo, e o sorocabano pulou para a sétima colocação, e acabou terminando a prova em oitavo, com Zonta em 15º. Já Gaetano teve problemas no carro e recolheu aos boxes, assim como Galid.

Em terceiro no grid da corrida 2, Átila manteve a posição após a largada, e Zonta subiu três posições nas primeiras voltas. Vindo de trás, Di Mauro começou tentando ganhar posições, mas abandonou, da mesma forma com Osman.

Com o carro #51, o sorocabano assumiu o segundo lugar antes da janela de reabastecimentos e, ao retardar bastante sua parada, assumiu a liderança. Na volta dos boxes, Átila manteve o primeiro lugar, e Zonta também deu um salto, para quinto.

Logo depois do pit stop, o paranaense teve problemas e começou a perder rendimento, o que lhe fez cair para a 16ª posição no fim. Já Átila administrou a vantagem para os concorrentes nas voltas finais e faturou sua primeira vitória em 2019, repetindo 2018 em Cascavel.

A próxima rodada dupla da Stock Car será disputada daqui a três semanas no Velo Città, em Mogi Guaçu (SP).

O que eles disseram:

"Estou muito feliz! Foi um ano muito complicado desde o acidente no começo do ano. Sempre fui acostumado a andar no pelotão da frente, mas esse ano, por causa de todos os problemas, estamos um pouquinho atrás. Depois do acidente tivemos dois terceiros, caímos de performance, mas em Cascavel começou andando bem em todos os treinos. Na classificação erramos um pouquinho e deixamos a desejar, abusamos um pouco no acerto para tentar a pole e pagamos o preço. Largando em 11º, tivemos de jogar com a estratégia. Quando terminou a primeira corrida pensei que deveríamos ter reabastecido mais. Na corrida 2, o (Rafael) Suzuki abriu muito no começo, eu era um pouco mais rápido do que o Valdeno (Brito) e economizei um pouco de push. Ele deu uma errada, e passei sem o push. Isso foi importante, e consegui abrir. Sabia que o Thiago (Camilo) teve uma punição na primeira corrida e abasteceu mais, por isso sabia que a briga seria com ele e o Suzuki. O Suzuki teve um problema, e ficamos o Thiago e eu. Ele veio chegando, mas talvez ele tenha ficado sem pneu, o que aconteceu comigo também. Optei por não trocar o dianteiro e no fim fiquei com medo de estourar. Ainda bem que o Thiago perdeu um pouco o ritmo e deu para economizar também. Queria agradecer a todos que votaram no Fan Push e torceram!."

Átila Abreu, piloto da Shell V-Power no carro #51

"No começo da corrida, eu estava me mantendo ali no meio, programando para atacar no meio da janela. Aí começou a empurrar a frente do carro, e pensei que era um pouco do balanço ou pneu. Daí no pit stop trocamos os pneus, e foi piorando essa escapada de frente. Era o óleo que vazava no pneu dianteiro, então perdia a aderência. De uma hora para outra, a direção ficou bem pesada e quebrou. Ainda tinha 15 voltas, tentei segurar, mas o carro estava muito pesado. Todas as curvas são para esquerda e, se já é difícil com a direção hidráulica, imagine sem. Não consegui mais manter o ritmo e fiquei em 16º. Tinha um carro para brigar pelo pódio, uma pena."

Ricardo Zonta, piloto da Shell V-Power no carro #10

"Foi uma pena. O fim de semana não vinha bom, mas tínhamos a chance de fazer alguma coisa para uma virada na corrida 2 e fazer bons pontos para o campeonato. Houve quebra de suspensão na primeira corrida, o que tirou essa chance. Tínhamos tudo para disputar a corrida 2, mas quando eu saí do box eu já senti que ainda tinha alguma coisa quebrada. Larguei, não tinha ritmo e não havia o que fazer. Logo depois quebrou o semi-eixo. De qualquer forma, agradeço aos que me fizeram ganhar o Fan Push nessa etapa."

Gaetano di Mauro, piloto da Shell Helix Ultra no carro #11

"Eu estava bem, com a estratégia visando à segunda corrida e já estava em 15º na primeira depois de largar do fim do grid. Mas meu carro infelizmente quebrou, e o problema permaneceu para a segunda prova. Ainda assim, valeu pelo apoio do pessoal que votou no Fan Push.”

Galid Osman, piloto da Shell Helix Ultra no carro #28

Resultado da corrida 1:

1º F.Fraga - 35 voltas
2º G.Casagrande - a 4s528
3º C.Bueno - a 6s879
4º D.Serra - a 7s934
5º F.Lapenna - a 8s577
6º R.Barrichello - a 9s213
7º D.Navarro - a 9s713
8º Á.Abreu - a 14s998
9º V.Brito - a 16s412
10º R.Suzuki - a 17s175

Resultado da corrida 2:

1º Á.Abreu - 38 voltas
2º T.Camilo - a 2s334
3º R.Barrichello - a 3s319
4º J.Campos - a 5s250
5º R.Maurício - a 5s509
6º L.Foresti - a 6s325
7º R.Suzuki - a 7s507
8º G.Casagrande - a 9s562
9º A.Khodair - a 9s562
10º M.Coletta - a 11s274

Sobre a Raízen:

A Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil, se destaca como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no Brasil, atuando em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis. A companhia conta com cerca de 30 mil funcionários, que trabalham todos os dias para gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país, como a produção de bioeletricidade e etanol de segunda geração a partir dos coprodutos da cana-de-açúcar. Com 26 unidades produtoras, a Raízen produz cerca de 2,0 bilhões de litros de etanol por ano, 4,2 milhões de toneladas de açúcar e tem capacidade para gerar cerca de 940 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A empresa também está presente em 66 bases de abastecimento em aeroportos, 67 terminais de distribuição de combustível e comercializa aproximadamente 25 bilhões de litros de combustíveis para os segmentos de transporte, indústria e varejo. Conta com uma rede formada por mais de 6.000 postos de serviço com a marca Shell, responsáveis pela comercialização de combustíveis e mais de 950 lojas de conveniência Shell Select. Além disso, a companhia mantém a Fundação Raízen, que busca estar próxima da comunidade, oferecendo qualificação profissional, educação e cidadania. Criada há mais de 14 anos, a Fundação Raízen possui seis núcleos no interior do estado de São Paulo e um em Goiás e já beneficiou mais de 13 mil alunos e mais de 4 milhões de pessoas com ações realizadas desde 2012.

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