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Stock Car: Shell abre Corrida do Milhão com Átila no top-5 em Interlagos
Reportagem: Luis Ferrari
Foto: José Mário Dias
Pilotos têm 1º contato com o novo carro da Stock Car em pista molhada, e Gaetano di Mauro encerra o dia em 7º lugar.

Os representantes da Shell na Stock Car tiveram uma sexta-feira de aprendizado em Interlagos. Afinal, pela primeira vez foram realizadas atividades da categoria com o novo carro em pista molhada. Os grupos pegaram condições distintas de asfalto, e Átila Abreu ficou com a quarta colocação no geral.

Gaetano di Mauro foi outro piloto da Shell que terminou o dia entre os dez primeiros, na sétima posição. Já Ricardo Zonta, que venceu a corrida de abertura da Stock Car em 2020, em Goiânia, completou a prática na 18ª colocação, e Galid Osman foi o 21º.

Em comum entre todos os pilotos nesta sexta-feira foi o desconhecido de guiar o carro no molhado. Foi possível perceber um comportamento diferente nas freadas e nas curvas de alta velocidade, sobretudo pela menor pressão aerodinâmica deste novo modelo da Stock.

Os pilotos partem diretamente para a classificação da primeira prova do fim de semana, às 9h. Duas horas depois, será disputada a corrida, com transmissão ao vivo do canal por assinatura SporTV. O resultado desta prova não influi na formação do grid da Corrida do Milhão, domingo.

No dia da prova, será disputada uma segunda classificação, e os pilotos terão de usar na largada a mesma quantidade de gasolina do quali. Na sessão que decidirá as posições de largada, tanto no sábado como no domingo, o formato será igual ao de Goiânia, com Q1 e Q2.

A Corrida do Milhão Solidário, que terá renda revertida para instituições que combatem o coronavírus, terá largada às 10h13 de domingo. A TV Globo mostra a prova ao vivo.

O que eles disseram:

“Foi um dia proveitoso, as coisas fluíram bem. Não tive nenhum problema mecânico no carro, nada, então deu para testar bastante coisa. É óbvio que na chuva você tem um grupo muito bom e outro muito ruim, pelas situações diferentes de pista. Então, o ideal é você comparar com o seu grupo, e acabei em segundo. Melhoramos um pouco o carro, queríamos testar algumas coisas que evoluíram, mas me parece unânime na equipe entre os quatro carros, que todos têm a mesma reação. Então, vamos ver o que conseguimos colher de informações para tentar diminuir essa tendência de sair de traseira. Pilotando dá para saber onde está o tempo, então se diminuirmos essa tendência, vamos estar bem competitivos amanhã. Vamos ver a previsão do tempo, é uma incógnita. Parece que chove de madrugada mas depois não chove mais, enfim, é uma condição adversa. Temos de esperar amanhã tomada, porque se estiver seco, será novidade para todos. No molhado, temos um carro bem equilibrado para avançar ao Q2 e talvez brigar pelas primeiras posições.”

Átila Abreu, piloto do carro #51 da equipe Shell V-Power Crown Racing

“Viemos evoluindo a cada saída. É claro que não conhecemos muito do carro, ainda mais nessa situação, mas aos poucos estamos evoluindo o acerto do carro. Estou ficando cada vez mais entrosado com a equipe, e isso ajuda muito também. Não consegui correr em Goiânia e fiquei um pouco para trás nesse sentido. Agora estamos buscando o máximo de acerto e ajustes finais, parece que o carro tem uma boa linha de evolução, então vamos trabalhar e buscar mais.”

Gaetano di Mauro, piloto do carro #11 da equipe Shell Vogel Motorsports

“Hoje está sendo um treino de desenvolvimento para o molhado. Nunca tínhamos andado com o carro no molhado e estou sentindo muitas dificuldades em acertá-lo. O carro é mais agressivo na freadas, como contorno é mais difícil para gerar temperatura nos pneus e aderência lateral. Estamos tentando adaptar várias coisas no acerto para ter uma boa aderência. Até agora não estou contente com o desempenho.”

Ricardo Zonta, piloto do carro #10 da equipe Shell RCM

“Foi um dia bem difícil, com o carro tendo dificuldades nas freadas e curvas de alta velocidade. O que dá esperança é que os outros carros da equipe baixaram mais de um segundo e meio quando colocaram o pneu novo, que foi o que eu tomei. Amanhã vai ser uma loteria. Espero que o meu grupo, que é o primeiro, não seja prejudicado porque é provável que entremos numa pista molhada que esteja secando. Se isso acontecer, vai ser muito ruim, mas vamos confiantes para amanhã e classificar bem.”

Galid Osman, piloto do carro #28 da equipe Shell V-Power Crown Racing

Resultado:

1º C.Ramos - 1m47s026
2º B.Baptista - 1m47s044
3º G.Casagrande - 1m47s063
4º Á.Abreu - 1m47s363
5º T.Camilo - 1m47s381
6º J.Campos - 1m47s409
7º G.di Mauro - 1m47s459
8º R.Maurício - 1m47s483
9º N.Piquet - 1m47s509
10º R.Suzuki - 1m47s709

Sobre a Raízen:

A Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil, se destaca como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no Brasil, atuando em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis. A companhia conta com cerca de 30 mil funcionários, que trabalham todos os dias para gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país, como a produção de bioeletricidade e etanol de segunda geração a partir dos coprodutos da cana-de-açúcar. Com 26 unidades produtoras, a Raízen produz cerca de 2,0 bilhões de litros de etanol por ano, 4,2 milhões de toneladas de açúcar e tem capacidade para gerar cerca de 940 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A empresa também está presente em 66 bases de abastecimento em aeroportos, 67 terminais de distribuição de combustível e comercializa aproximadamente 25 bilhões de litros de combustíveis para os segmentos de transporte, indústria e varejo. Conta com uma rede formada por mais de 6.000 postos de serviço com a marca Shell, responsáveis pela comercialização de combustíveis e mais de 950 lojas de conveniência Shell Select. Além disso, a companhia mantém a Fundação Raízen, que busca estar próxima da comunidade, oferecendo qualificação profissional, educação e cidadania. Criada há mais de 14 anos, a Fundação Raízen possui seis núcleos no interior do estado de São Paulo e um em Goiás e já beneficiou mais de 13 mil alunos e mais de 4 milhões de pessoas com ações realizadas desde 2012.

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